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domingo, 8 de maio de 2016

Liberdade Espiritual


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Emmanuel

Como poderá a criatura adquirir a sua liberdade?
Muitos de vós que atualmente na Terra lutais e sofreis, no círculo
doloroso das penas e trabalhos terrestres, ignorais que o cárcere de hoje
é a vossa emanação de amanhã, na existência real.
Frequentemente, de coração oprimido e de alma lanceada nos tormentos
purificadores, o homem exclama:
- Senhor, não é possível lutar por mais tempo, as dores transbordaram e não posso ir adiante.
É preciso, porém, saber conduzir a cruz das provas salvadoras.
A tudo concedeu o Senhor o quinhão de forças necessárias.
Sabe Jesus onde se derrama a lágrima obscura, fazendo brotar, ao seu lado, a flor
perfumada da resignação e da esperança e todos os padecimentos e dificuldades terrestres
têm sua causa justa, ainda que temporariamente inacessível ao entendimento de vossas consciências, adormecidas na reencarnação.
Desejais a tranquilidade, a aspiração satisfeita, o sonho realizado, a paz e a fartura,
mas vos esqueceis de que viestes ao mundo para a reparação ou aprendizado, em que as dores são elementos vitais de toda a conquista para a felicidade futura.
Adquirireis, portanto, a vossa emancipação e a vossa liberdade sagradas, suportando com heroísmo
as amarguras e as experiências que a Terra vos oferece.
No oceano encapelado, cheio de perigos, aprende o marujo a dominar tempestades.
Aprendizes da escola do sofrimento, num mundo onde toda posse material é precária e transitória,
sabei que apenas o ouro sagrado da experiência na dor e no trabalho pode comprar
o palácio de vossa liberdade.

Fonte: Coletâneas do Além
Francisco Cândido Xavier | Ditados por Espíritos Diversos

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Espirito x Sono

O que acontece com o seu espírito enquanto você dorme

O sono é o repouso do corpo, mas o Espírito não necessita desse repouso. 
Enquanto os sentidos se entorpecem, a alma se liberta parcialmente da matéria, gozando das suas faculdades espirituais. O sono foi dado ao homem para a reparação de suas forças orgânicas e das suas forças morais, enquanto o corpo recupera as energias gastas no estado de vigília, o espírito vai se retemperar entre os outros Espíritos. É então que ele tira, de tudo o que vê, de tudo que percebe, e dos conselhos que lhe são dados, as idéias que lhe ocorrem depois, em forma de intuições. É o retorno temporário do exilado à sua verdadeira pátria, a liberdade momentaneamente concedida ao prisioneiro. Mas acontece, como no caso dos prisioneiros perversos, que o Espírito nem sempre aproveita esse momento de liberdade para o seu adiantamento. Se conserva maus instintos, em vez de procurar a companhia dos Bons Espíritos, busca a dos seus semelhantes e dirige-se aos lugares em que pode liberar as suas más inclinações. Aquele que se acha compenetrado desta verdade eleve o seu pensamento, no momento em que sente aproximar-se o sono; solicite o conselho dos Bons Espíritos e daqueles cuja memória lhe seja cara, a fim de que venham assisti-lo, no breve intervalo que lhe é concedido. Se assim fizer, ao acordar se sentirá fortalecido contra o mal, com mais coragem para enfrentar as adversidades.

Prece antes de Dormir 
Minha alma vai encontrar-se por um instante com os outros Espíritos. Que venham os bons ajudar-me com os seus conselhos. Meu Anjo Guardião, fazei que ao acordar eu possa conservar uma impressão durável e benéfica desse encontro!

Evangelho Segundo o Espiritismo
Allan Kardec

sábado, 23 de abril de 2016

Para onde vamos quando desencarnamos


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Cada espírito que desencarna é levado para um lugar diferente, que está em sintonia
com o seu grau de evolução e com a sua conduta durante a vida.
Para os espíritos medianos o processo é de encaminhamento aos Postos de Socorro
e depois eles são levados para o ambiente que se vinculam por afinidades familiares ou de trabalho.

Para os que tiveram uma vida desregrada, prejudicando outras pessoas e a si próprio,
é necessário um período mais ou menos curto em zonas inferiores do Astral,
que André Luiz chama no livro "Nosso Lar" de Umbral.
Nesses ambientes, habitados por espíritos que se entregaram as energias animais,
o tempo se responsabiliza por trazer à tona os erros cometidos, fazendo-o refletir,
revoltando-se ou se culpando ele vai aos poucos drenando as energias e se preparando
para habitar esferas de vibração superior ou reencarnar.

Retiramos o trecho abaixo do livro "Evolução em Dois Mundos", de André Luiz,
onde o nosso querido amigo espiritual fala de forma clara e objetiva sobre o Astral Inferior,
seus objetivos e sua necessidade, com vista a recuperação do espírito.
As vítimas do remorso padecem, assim, por tempo correspondente às necessidades de reajuste,
larga internação em zonas compatíveis com o estado espiritual que demonstram.
Além túmulo, no entanto, o estabelecimento depurativo como que reúne em si os
Órgãos de repressão e de cura, porquanto as consciências empedernidas aí se congregam às consciências enfermas, na comunhão dolorosa, mas necessária, em que o mal é defrontado pelo próprio mal, a fim de que, em se examinando nos semelhantes, esmoreça por si na faina
destruidora em que se desmanda.

É assim que as Inteligências ainda perversas se transformam em instrumentos reeducativos
daquelas que começam a despertar, pela dor do arrependimento, para a imprescindível restauração.
O inferno, dessa maneira, no clima espiritual das várias nações do Globo, pode ser tido na conta de imenso cárcere hospital”.

Fonte: Espiritismo e Conhecimento

Cordão Astral


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Fio de prata, cordão fluídico ou cordão astral, esses são alguns dos nomes mencionados ao cordão que liga a nossa alma ao universo.

O QUE É O CORDÃO DE PRATA?
O Cordão de Prata é um fio que liga o corpo físico ao corpo astral (espiritual). 
Ele é um apêndice energético que transmite energia vital para o corpo físico durante 
a projeção astral (desdobramento). 
Ele também conduz energias do corpo físico para o psicossoma (Alma), 
criando um circuito energético de ida e volta. 
O Cordão de Prata é um laço semimaterial que mantém a Alma ligada ao 
corpo humano com uma conexão inicial no psicossoma (Alma) e outra, 
logo depois, no soma (Corpo físico). 

QUAL A APARÊNCIA DO CORDÃO DE PRATA?
O Cordão de Prata varia de pessoa a pessoa, ou seja, em espessura, 
diâmetros e ductos magnéticos, assim como em relação ao brilho, luminosidade, 
coloração prateada ou branco brilhante claro, pulsação, textura do cabo e raio 
de alcance de extensão quando a Alma se acha projetada. 
Para se ter uma simplória ideia, ele pode parecer semelhante a uma 
fumacinha que sai de um cigarro, contudo, prateado

QUAL A ELASTICIDADE DO CORDÃO DE PRATA 
E O QUE ACONTECE QUANDO ESTE SE ROMPE? 
A medida que a Alma se afasta das imediações do corpo físico, 
o cordão se torna cada vez mais fino e sutil. 
O vigor e a elasticidade do cordão de prata são incalculáveis e por mais 
longe que o projetor estiver, o cordão de prata sempre o trará de volta ao corpo físico. 
Ele possui uma espécie de automatismo subconsciente que funciona independentemente 
da vontade do projetor e atrai o psicossoma (Alma) de volta para o físico, 
quer ele queira voltar ou não. 
Quando se rompe, ocorre o desencarne do Espírito.
O sono possui não só propriedades restauradoras que a Ciência não pôs no 
devido relevo, mas também um poder de coordenação e centralização 
sobre o organismo material. 
Pode, além disso, acabamos de o ver, provocar uma ampliação considerável 
das percepções psíquicas, maior intensidade do raciocínio e da memória. 

QUE É O SONO ENTÃO?
É simplesmente a alma que se desprende, que sai do corpo. 
Diz-se: o sono é irmão da morte. 
Estas palavras exprimem uma verdade profunda. 

FONTE: Eduardo Rodrigues

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Síndrome do Pânico na Visão Espírita



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Por: Divaldo Franco

Outro distúrbio que tem atingido níveis alarmantes é a síndrome do pânico. Qual a explicação que o Espiritismo oferece para esse transtorno?

Divaldo Franco:
O nome pânico vem do deus Pan, que na tradição grega apresenta-se com metade do corpo com forma humana e a outra com modulagem caprina. O deus Pan era guardador das montanhas da Arcádia e, quando alguém adentrava nos seus domínios, ele aparecia, produzindo no visitante o estado de pânico, palavra essa derivada do seu nome. Portanto, é um distúrbio muito antigo.
Invariavelmente a psicogênese do ponto de vista espírita encontra-se na consciência de culpa do paciente por atos perturbadores praticados na atual existência ou em existências pretéritas, o que proporciona um comportamento inseguro, desconfiado. Trata-se de alguém que busca esconder-se no corpo para fugir dos problemas que foram praticados anteriormente. Quando irrompe a síndrome do pânico, a sensação é terrível, porque é semelhante à da morte. 
É eminentemente um distúrbio feminino, embora atinja também, segundo os especialistas, o sexo masculino.
Segundo estou informado, faltando, naturalmente, confirmação científica, a síndrome do pânico nunca matou ninguém durante o surto, entretanto, aquela sensação horrorosa é praticamente igual à de morte.
Que fazer? 
Orar. Ter a certeza de que ela é de breve curso, procurar respirar profundamente, acalmar-se, vincular-se a Deus, rogar a proteção dos Espíritos nobres. 
Assim, lentamente, dá-se uma descarga de adrenalina, procedente das glândulas suprarrenais, e o indivíduo refaz-se, passando aquele período mais doloroso, fazendo simultaneamente a terapêutica com um psiquiatra e, de acordo com a psicogênese, um psicólogo ou psicanalista. Nada obstante, eu sugeriria pessoalmente que a pessoa procurasse também as terapêuticas espíritas, quais as das boas palavras, das reuniões doutrinárias, do conhecimento de si mesmo, dos passes ou bioenergia, da água magnetizada e, por extensão, do socorro que os bons Espíritos propiciam através das reuniões mediúnicas de desobsessão, que dispensam a presença dos pacientes.

Fonte: Grupo de Estudo Allan Kardec

domingo, 17 de abril de 2016

Os Animais

O animal atravessa longas eras de prova a fim de domesticar-se.
E para atingir a auréola da razão, deve conhecer benemérita e comprida fieira de experiências, que terminarão por integrá-lo na posse definitiva do raciocínio.
André Luiz | Francisco Cândido Xavier

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Abster-se de perseguir e aprisionar, maltratar ou sacrificar animais domésticos ou selvagens, 
aves e peixes, a título de recreação, em excursões periódicas aos campos, lagos e rios, ou em competições obstinadas e sanguinolentas do desportismo. Há divertimentos que são verdadeiros delitos sob disfarce.
No contacto com os animais a que devote estima, governar os impulsos de proteção e carinho, 
a fim de não cair em excessos obcecantes, a pretexto de amá-los. 
Toda paixão cega a alma.
Esquivar-se de qualquer tirania sobre a vida animal, não agindo com exigências descabidas para 
a satisfação de caprichos alimentares nem com requintes condenáveis em pesquisas laboratoriais, restringindo-se tão somente às necessidades naturais da vida e aos impositivos justos do bem. 
O uso edifica, o abuso destrói.
Opor-se ao trabalho excessivo dos animais, sem lhes administrar mais ampla assistência. A gratidão também expressa justiça.
No socorro aos animais doentes, usar os recursos terapêuticos possíveis, sem desprezar mesmo aqueles de natureza mediúnica que aplique a seu próprio favor. 
A luz do bem deve fulgir em todos os planos.
Apoiar, quanto possível, os movimentos e as organizações de proteção aos animais, 
através de atos de generosidade cristã e humana compreensão. Os seres da retaguarda evolutiva alinham-se conosco em posição de necessidade perante a lei. 
“Todas as vossas coisas sejam feitas com caridade.” 
 Paulo. (I CORÍNTIOS, 16:14.)

Fonte: Do livro "Conduta Espírita", André Luiz, Waldo Vieira, Francisco C. Xavier
institutoandreluiz.com.br 

Esferas Inferiores do Plano Espiritual

Entenda o que são as esferas inferiores no plano espiritual.
Quais as ações que prendem um Espírito ao Abismo, as Trevas, as Esferas Terrestre e ao Umbral .

monsenhorhorta.blogspot.com.br


ABISMO
Região Espiritual de padecimentos inenarráveis, destinada a Espíritos que tenham cometido os
 mais graves crimes contra as Leis Divinas. 
Os Espíritos vinculam-se consencialmente a região e aglutinam-se em "Vales" ou "Áreas",
consoante os erros grosseiros que tenham cometido na última reencarnação. 
O Espírito Camilo no livro "Memórias de um suicida" conta-nos os seus sofrimentos em razão do gesto de tirar sua vida.
Euzébio instrutor de André Luiz nos diz: "Aqui os avarentos, os homicidas, os cúpidos e os viciados de todos os matizes se agregam em deplorável situação."

TREVAS
Região Espiritual desprovida de qualquer luminosidade, constituindo morada de Espíritos ainda envolvidos pelas mais diversas vibrações do mal e que tenham tido comportamento moral 
condenável em suas oportunidades reencarnatórias.
No livro "Libertação", André Luiz nos conta de uma expedição a uma colônia espiritual, sustentada por vibrações espirituais negativas.
Vizinha a região dos homens, começa um vasto império espiritual. Aí se agitam milhões de espíritos imperfeitos, que partilham com as criaturas terrenas, as condições de habitabilidade da crosta do Mundo.

ESFERAS TERRESTRES
A terra como se sabe é um mundo de "Expiação e Provas, onde domina o mal". 
Assim Espíritos viciosos das mais diversas naturezas sintonizam com as vibrações deletérias dela imanadas permanecendo a ela vinculados.

UMBRAL
É uma região espiritual que começa na crosta terrestre na qual se concentra tudo o que não tenha finalidade para a vida superior. É a região para esgotamento de resíduos mentais; uma zona purgatorial, os Espíritos aí confinados julgam-se injustiçados e sentem-se desesperançados por não terem encontrado na Vida Maior aquilo que suas crenças religiosas divulgaram.
LÍSIAS no livro NOSSO LAR de FCX A Luiz(Esp.) diz que no Umbral encontram-se "legiões compactas de almas irresolutas e ignorantes, que não são suficientemente perversas para serem enviadas à colônia de reparação mais dolorosa, nem bastante nobres para serem conduzidas a planos de elevação" É uma região semitrevosa habitada por Espíritos consciencialmente culpados de erros diversos.

Fonte: Espiritismo Kadecista