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domingo, 16 de abril de 2017

Lord Hanuman, o Deus Macaco

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Hanuman (/ hʌnʊˌmɑːn, hɑːnʊ-, ˌhʌnʊmɑːn, ˌhɑːnʊ- /; Hanumān em IAST) é um fervoroso devoto de Sri Rama. É uma das figuras centrais do épico hindu Ramayana e suas versões.
Hanuman é mencionado em vários outros textos, incluindo o Mahabharata, vário Puranas e textos jainistas. Participou da guerra contra o rei demônio Ravana.
Alguns textos antigos mencionam Hanuman como a reencarnação do deus Shiva. Ele é filho de Anjana e Kesari, também é conhecido como filho do deus Pawan (filho do deus do vento).

Lord Hanuman o Deus Macaco, devoto ardente de Deus Sri Rama, é adorado por milhões de pessoas na Índia. Hanuman é a união da força, devoção e dedicação. Devotos elevam suas preces à Hanuman a fim de remover sofrimentos criados pelo Deus Saturno e para realizações pessoais.

Na comunidade hindu, é cultuado como encarnação de Shiva, e reverenciado por sua devoção a Rama. Na astrologia hindu é dito que a meditação sobre o nome ou sua imagem, afasta malefícios trazidos por Shani (Saturno).

De acordo com os textos védicos, ele foi um personagem de muita influência no épico milenar Ramayana, onde lutou com os exércitos de demônios que assolavam a a ilha de Sri Lanka, hoje conhecida como Ceilão. Hanuman o rei dos macacos, resgatou a princesa Sita das garras do poderoso rei-demônio Ravana, que queria conquistar o céu.

HISTÓRIA
Os textos em sânscrito mencionam várias lendas sobre a forma como Hanuman obteve esse nome. Uma delas diz que Indra, deus dos deuses atingiu a mandíbula de Hanuman durante sua infância. A criança então recebeu o nome Hanu em sânscrito mandíbula e man ou mant, proeminente/desfigurado.
Hanuman nasceu na montanha anjaneri. Sua mãe Anjana era uma apsara (espírito feminino que representa as nuvens e as águas) que nasceu na terra devido a uma maldição. Ela foi redimida desta maldição ao dar à luz a um filho. O Valmiki Ramayana afirma que seu pai Kesari era filho de Brihaspati, rei de Sumeru. Para ter um filho, Anjana realizou intensas orações ao deus Shiva, por 12 anos. Shiva, satisfeito com a devoção de Anjana, concedeu-lhe um filho. Hanuman em outra interpretação é a reencarnação de Shiva. Hanuman muitas vezes é chamado Vayu (Deus do vento). Várias tradições diferentes explicam o papel de Vayu no nascimento de Hanuman.
Uma história no Bhavartha Ramayana de Eknath (sec XVI), afirma que quando Anjana estava adorando a Shiva, o rei Dasharatha de Ayodhya também realizava o ritual de Putrakama yagna para obtenção de filhos. Como resultado, ele recebeu um pudim sagrado (payasam) para compartilhar com as suas três esposas, que resultou no nascimento de Rama, Lakshmana, Bharata e Shatrughna. Por uma ordem divina, um papagaio que tinha apanhado um pedaço deste pudim, o deixou cair enquanto sobrevoava a floresta onde Anjana estava em adoração. Vayu, a divindade hindu do vento, entregou o pudim a Anjana, que o comeu, como resultado nasceu Hanuman.

Hanuman também é considerado irmão de Bhima, com base no fato de terem o mesmo pai, Vayu.
Durante o exílio dos Pandavas, ele aparece para Bhima, disfarçado como um macaco fraco e envelhecido, a fim de subjugar a sua arrogância.Quando criança, acreditava que o sol era uma manga, Hanumam o perseguiu para come-lo. Rahu, um planeta védico correspondente a um eclipse, também procurava o sol naquele exato momento, entrando em choque com Hanuman. Hanuman derrotou Rahu e foi abocanhar o sol.

Rahu foi até Indra e reclamo que uma criança em forma de macaco o impediu de chegar ao sol, impedindo o eclipse programado. Isso, enfureceu Indra que respondeu jogando um raio em Hanuman atingindo a sua mandíbula. Ele caiu inconsciente na terra, e seu queixo foi marcado para sempre.

Surpreso com o ataque, o pai de Hanuman, Vayu se isolou levando com ele todo o ar. Como os seres vivos iriam morrer asfixiado, Indra retirou o efeito de seu raio sobre Hanuman, e os devas então o reverenciaram e o abençoaram com múltiplas dádivas por ter conseguido apaziguar a ira de Vayu.

Hanuman tornou-se mais importante durante o período medieval, sendo retratado como devoto ideal (bhakta) de Rama. Sua caracterização como brahmachari ao longo de sua vida (celibato) foi outro desenvolvimento importante. A crença de que o celibato de Hanuman é a fonte de sua força, tornou-se popular entre os lutadores da Índia.

Tradicionalmente, é afirmado que Hanuman está presente onde quer que o Ramayana seja lido:

अमलकमलवर्णं प्रज्ज्वलत्पावकाक्षं सरसिजनिभवक्त्रं सर्वदा सुप्रसन्नम् |

पटुतरघनगात्रं कुण्डलालङ्कृताङ्गं रणजयकरवालं वानरेशं नमामि ||

यत्र यत्र रघुनाथकीर्तनं तत्र तत्र कृतमस्तकाञ्जलिम् ।
बाष्पवारिपरिपूर्णलोचनं मारुतिं नमत राक्षसान्तकम् ॥
yatra yatra raghunāthakīrtanaṃ tatra tatra kṛta mastakāñjalim ।
bāṣpavāriparipūrṇalocanaṃ mārutiṃ namata rākṣasāntakam ॥

Inclinai-vos para Hanuman que mata os demônios,e quem está presente com a cabeça inclinada e os olhos cheios de lágrimas fluindo ode quer que a fama de Rama é cantada.

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FONTES:
en.wikipedia.org | deva-dani.blogspot.com.br

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Kubera - o Tesoureiro Divino

rudraksha-ratna.com
Kubera, também chamado Kuber na mitologia hindu é o Senhor da Riqueza e o deus-rei dos Yakshas. Ele é considerado o regente do Norte (Dik-pala) e protetor do mundo (Lokapala).

Seus muitos epítetos o exaltam como o senhor de numerosas espécies divinas e dono dos tesouros do mundo. Kubera é muitas vezes retratado na forma humana com um corpo gordo, adornado de jóias e carregando um pote de dinheiro.

As escrituras descrevem que Kubera governou o Lanka, mas foi derrubado por um demônio, estabelecendo-se mais tarde na cidade de Alaka no Himalaia.
Descrições sobre a glória e esplendores da cidade de Kubera, são encontradas em muitas escrituras védicas.

Kubera muitas vezes é retratado como um anão, com tez clara e uma barriga grande. Ele é descrito como tendo três pernas, oito dentes e um olho, estando sempre adornado por jóias. Às vezes Kubera é retratado montando um ser humano. A descrição de deformidades como os dentes quebrados, três pernas, três cabeças, aparecem apenas em textos Purânicos.

Kubera pode ser retratado segurando uma maçã, uma romã ou uma bolsa de dinheiro em suas mãos. Ele também pode levar jóias ou um mangusto.
No Tibete, o mangusto é considerado símbolo da vitória de Kubera sobre os Nagas, os guardiões de tesouros.

No Vishnudharmottara Purana, Kubera é descrito como a encarnação de Artha, (riqueza, prosperidade, glória).
Deus Kuber, também conhecido por Kuvera ou Kubera, é um deus hindu, denominado o "Tesoureiro Divino", "Senhor das Riquezas e do Dinheiro."

No hinduísmo, Kubera é considerado uma ótima maneira de agradar ao Senhor que dá saúde e fortuna, sendo utilizado como ferramente para atrair a energia cósmica, riqueza, aumento do fluxo de dinheiro em casa, abrindo novas fontes de renda e possibilidades para abundância e prosperidade.

KUBERA MUDRA

Mudra é um gesto sagrado realizado com as mãos, capaz de nos levar a diferentes estados de consciência.
Normalmente os mudras são realizados com as mãos, mas podem ser feitos através dos olhos,
do corpo e da respiração.

O mudra de Kuberda é um mudra muito poderoso. Sua força é derivada da conexão de energia dos três primeiros dedos, potencializada quando feito com as duas mãos.
Esse mudra auxilia na meditação para satisfazer desejos, atrair riquezas e gerar prosperidade. Além disso a prática diária deste mudra nos oferece paz interior, confiança e serenidade.

PROPRIEDADE
Este mudra é considerado mágico, por concentrar toda a energia do corpo, auxiliando a alcançar objetivos.

Não requer uma posição própria para o corpo, podendo ser feito deitado, sentado ou caminhando.

COMO FAZER:
Una as pontos dos três primeiros dedos de sua mão: Polegar, indicador e médio
Mantenha apoiados na palma da mão os dedos mínimos e anelar tocando a almofada da mão próximo ao dedo polegar.

OBSERVE:
É recomendado que ao se fazer esse mudra, tenha sempre em mente um objetivo claro e específico, ou então um decreto. Enquanto medita neste mudra, mentalize o seu objetivo sendo realizado.
Faça-o  um minuto duas vezes ao dia por 21 dias.

O KUBERA MANTRA
Devotos cantam esse poderoso mantra para agradar à deidade do dinheiro, obtendo assim boas e prósperas energias para a vida.

Kubera é o mais poderoso mantra para atrair riqueza, dinheiro e prosperidade.
Esse é um dos mais antigos mantras da Índia. Você pode escolher ouvi-lo uma vez pela manhã e outra à noite para obter melhores resultados. Cantado em Sânscrito, que é a linguagem vibracional mais poderosa, ele incorpora as vibrações da mente subconsciente.
Você pode passá-lo também para seus entes queridos e contribuir em sua prosperidade e bem estar.
Mantra em Sânscrito
Om Shreem Om Hreem
Shreem Hreem kleem
Shree Kleem
Vitteshwaraya Namah

Shreem (amor, beleza, saúde e prosperidade)
Hreem (iluminação, dissipar ilusões)
Kleem (amor e cumpridor dos desejos a partir do material)
Vitteshwaraya  (Senhor Kuber)



FONTES:
en.wikipedia.org
omundodegaya
crescimentoesabedoria.com.br

Espero imensamente que você seja feliz e tenha todos os seus objetivos alcançados na luz.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Krishna

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De acordo com o Bhagavata Purana, Krishna nasceu através de uma "transmissão mental ioguica", que partiu da mente de Vasudeva para o ventre de Devaki, não havendo a união sexual entre eles.

Krishna pertencia ao clã Vrishni dos Yadavas de Mathura, capital dos clãs Vrishni, Andhaka e Bhoja. Foi o oitavo filho da princesa Devaki e seu marido Vasudeva
O rei Kamsa subiu ao trono após mandar prender o próprio pai, Ugrasena (rei da dinastia Bhoja). Kamsa é tido como um grande demônio, que pertencia a classe dos Kshatriyas, mas que de algum modo, havia se desviado do Dharma Universal.

No caminho que conduzia os noivos até a nova casa, Kamsa escutou uma voz que dizia que o oitavo filho de Devaki iria levá-lo à morte. Imediatamente fez menção de matar Devaki, mas Vasudeva implorou pela vida da esposa, prometendo que cada filho que nascesse, seria levado à presença de Kamsa.

Receoso, mandou prender Vasudeva e a esposa no porão do castelo, sendo vigiados dia e noite por guardas. Cada filho do casal que nascia era morto por Kamsa, que mesmo sabendo que a profecia se cumpriria apenas no oitavo filho, não tinha piedade de nenhum e matava a todos.

Kamsa havia sido alertado por Narada Muni que em breve Vishnu nasceria na família de Vasudeva. Soube também, através deste sábio, que em uma encarnação anterior, Kamsa havia sido um demônio chamado Kalanemi que tinha sido morto por Vishnu.

Conta a tradição védica que Kamsa, temendo que Vishnu nascesse em qualquer uma das famílias do reino, mandou matar todos os meninos com até dois anos de idade, a fim de evitar o cumprimento da profecia.
E foi então que o oitavo filho de Devaki nasceu - Bhagavan Sri Krishna. O local do nascimento é conhecido atualmente como Krishnajanmabhoomi, onde um templo foi erguido em honra. Como sua vida corria risco na prisão, foi tirado da prisão e entregue aos pais adotivos Yashoda e Nanda em Gokula.

Segundo o Srimad Bhagavatam, Krishna é a forma original de Deus, superior a todas as outras expansões divinas, já que todas emanam dele. Krishna é um ser eterno, sem nascimento nem morte, que adotou uma manifestação temporária na terra para poder agraciar seus devotos e aniquilar os demônios - mas que simultaneamente está presente eternamente em seu planeta espiritual.

sábado, 1 de setembro de 2012

kuan yin

Encontrado em marcelodalla.com
Mãe Misericordiosa
Kuan Yin ou Guanyin é o bodisatva associado com a compaixão tal como é venerada 
pelos budistas da Ásia Oriental; Geralmente na forma feminina o nome Guanyin é uma abreviação de Guanshiyin que significa "Observar os Sons/Gritos do Mundo".

Os fiéis de origem chinesa, geralmente aceitam que Guanyin se originou com o Avalokitsvara sua forma masculina.Comumente conhecida nos idiomas ocidentais como Deusa da Misericórdia, Guanyin também é cultuada pelos taoístas chinesas como um 
dos Oito Imortais.

No budismo chinês, Kuan Yin, representa a compaixão ou misericórdia de todos os 
Budhas e tem sua simbologia advinda do bodhisattva Avalokiteshvara em sânscrito Avalokitesvara, divindade tradicionalmente masculina no budismo indiano.

Kuan Yin esta associada as características femininas da maternidade e proteção, 
na China ligadas milenarmente de modo bastante forte a misericórdia.

No Japão, a representação budista da misericórdia tem características femininas predominantes, sendo conhecida como Kannon Bosatsu.

No budismo tibetano recebe o nome Chenrezig, e assim como Avaloktesvara na Índia, 
tem características masculinas predominantes.
Encontrado em lastboy2005.blogspot.com
As representações de Kuan Yin
Kuan Yin também é conhecida como a bodhisattva protetora de P'u-t'o Shan,
senhora do Mar do Sul e protetora dos pescadores. Como tal, ela é mostrada
cruzando o mar sentada ou em pé sobre um lótus ou com seus pés na cabeça de um dragão.

Como Avalokitesvara, ela também é descrita com mil braços e números variados de
olhos, mãos e cabeças, às vezes com um olho na palma de cada mão, e é chamada "bodhisattva de mil braços, de mil olhos". Nessa forma ela representa a mãe onipresente, olhando simultaneamente em todas as direções, sentindo as aflições da humanidade e estendendo seus muitos braços para as aliviar com expressões infinitas de sua misericórdia.
Os símbolos característicos associados a Kuan Yin são um galho de salgueiro, com o qual ela esparge o néctar divino da vida; um vaso precioso, simbolizando o néctar da compaixão e da sabedoria, traços do bodhisattva; uma pomba representando a fecundidade; um livro ou um pergaminho de orações que ela segura em sua mão, simbolizando o dharma (ensinamentos) do Buda ou o sutra (texto budista) o qual Miao Shan, dizia-se, recitava constantemente; e um rosário adornando seu pescoço, através do qual ela clamava aos Budas por socorro.
Encontrado em abundancesymphony.com
Kuan Yin na Fraternidade Branca

A tradição da Grande Fraternidade Branca Kuan Yin é conhecida como a 
Mestra Ascensa que carrega a função e o título de "Deusa da Misericórdia" porque ela personifica as qualidades divinas da lei da misericórdia, compaixão e perdão.

Ela passou por numerosas encarnações antes de sua ascensão há milhares de anos 
e aceitou o voto de bodhisattva para ensinar aos filhos de Deus não ascensos como equilibrar seus carmas e cumprir seus planos divinos com serviço amoroso à vida e 
a aplicação da chama violeta pela ciência da Palavra falada.

Kuan Yin é originária do planeta Vênus e chegou à Terra juntamente com a comitiva de Sanat Kumara há 16 milhões de anos, quando este tomava posse como Senhor do 
Mundo, na regência da Terra.

Como Mestra de Saint Germain, ela o acompanhou e inspirou em suas inúmeras 
missões na Terra, com a intenção de ajudar a humanidade em sua elevação.